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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Campanha Só Bailarinos!!! Apoiam essa ideia !!!

Olá pessoal como todos conhecem o Só Bailarinos vem com o Propósito de divulgar a Arte e Bailarinos Nacionais e Internacionais Talentosos, onde com Êxito tem conseguido Sucesso e boa Repercussão.
Primeiro Lugar agradeço a todos, as mensagens e inúmeros emails diários de agradecimentos e elogios pelo nosso trabalho e com isso venho com o enorme desejo, de está Fundando em BREVE Um ESPAÇO DE DANÇA 
que terá por nome: SÒ BAILARINOS!
Pra isso necessito de recursos financeiros e desde já estamos lançando uma campanha de doação para esse acontecimento...
Se você deseja contribuir em mais um incentivo a divulgação da arte colaborando com um valor simbólico a partir de
R$ 2,00 
fique a vontade para CONTRIBUIÇÃO Nesta Conta .
Banco: CAIXA

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cinderella 2011

oooi gente eu sou a Paloma Araújo e  fiz essa ponstagen para falar sobre a minha ultima apresentaçao de 2011. O espetáculo foi a Cinderela, eu fui a protagonista, foi o meu primeiro repertorio que eu fiz. E muito legal e também muito difícil porque o fato de você ser a principal, acaba tendo muitas cobranças do teu coreografo,mas tudo vale apena !.Também foi meu primeiro Pas deuxs, o que eu posso falar é que pra você fazer um Pas deux muito bonito, você tem que ter uma conexao  com seu parceiro e muita confiança, pra as carregadas saírem boas etc.
No meu caso eu tinha muita segurança com o meu pather e tudo deu certo na apresentaçao.Mas se você fez um Pas deuxs e não deu muito certo o conselho é ensaiar muito muito e muito com o seu parceiro, porque Pas deuxs e uma coisa que tem que ter eixo, consentraçao, confiança equilíbrio tudo isso você pode adquirir em seus ensaios. Meus solos foram legal obvio que teve uns deslize, mas nada que me comprometeu.Bom  eu fiquei muito feliz pelo resultado e espero que em 2012 os resultados sejam melhor ainda!!!! Mas noticias sobre o espetáculo você encontra no blog www.studiodedancapamelaaraujo.blogspot.com
 






essas sao algumas fotos minhas da apresentaçao!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dom quixote

Historico: A mais famosa e duradoura versão deste ballet foi criada pelo coreógrafo Marius Petipa e o compositor Léon Minkus, para o Bolshoi. A estréia ocorreu em 26 de outubro de 1869, tendo como bailarinos principais Wilhelm Vanner (Dom Quixote), Anna Sobeshchanskaya (Kitri), Sergei Sokilov (Basílio), Polina Karpakova (Dulcinéia), Vassily Geltser (Sancho Pança), Leon Espinosa (Harlequin), Dmitri Kuznetsov (Gamache).A mais famosa e duradoura versão deste ballet foi criada pelo coreógrafo Marius Petipa e o compositor Léon Minkus, para o Bolshoi. A estréia ocorreu em 26 de outubro de 1869, tendo como bailarinos principais Wilhelm Vanner (Dom Quixote), Anna Sobeshchanskaya (Kitri), Sergei Sokilov (Basílio), Polina Karpakova (Dulcinéia), Vassily Geltser (Sancho Pança), Leon Espinosa (Harlequin), Dmitri Kuznetsov (Gamache).Inúmeras foram as tentativas de adaptar a obra literária “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, para o ballet, no entanto a primeira a prosperar, obtendo estrondoso sucesso foi a de Marius Petipa, para o ballet Bolshoi, em 1869.
    A adaptação de Petipa foi revestida de irreverência, sem grandes preocupações em seguir à risca a obra literária, tomando-a apenas como base para o desenvolvimento de um entusiástico e virtuoso ballet com tema espanhol.
    Petipa foi responsável pela coreografia e ainda, pelo libreto do ballet Dom Quixote, colocando como tema central o romance de Kitri e Basílio. Já a música ficou a encargo de Leon Minkus, surgindo apoteótica e ao mesmo tempo sutil em alguns momentos, no entanto, seu trabalho sempre foi criticado, por não conter a beleza e profundidade características da música espanhola, por outro lado, não resta dúvida que foi determinante para  o completo sucesso e popularização deste ballet.
    O ballet foi dividido em quatro atos e cinco cenas, sendo inseridas variações de alta exigibilidade técnica e expressiva, capazes de não apenas prender a atenção do público, mas de deixá-lo extasiado, exemplo disso é o grand pas de deux do quarto ato que, por seu virtuosismo, ganhou vida própria, sendo apresentado separadamente sem prejuízo algum.
    Baseado no trabalho de Petipa diversas outras aclamadas versões foram produzidas, com algumas variações, que são naturais, de acordo com seu auto.
    Inúmeras foram as tentativas de adaptar a obra literária “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, para o ballet, no entanto a primeira a prosperar, obtendo estrondoso sucesso foi a de Marius Petipa, para o ballet Bolshoi, em 1869.
    A adaptação de Petipa foi revestida de irreverência, sem grandes preocupações em seguir à risca a obra literária, tomando-a apenas como base para o desenvolvimento de um entusiástico e virtuoso ballet com tema espanhol.
    Petipa foi responsável pela coreografia e ainda, pelo libreto do ballet Dom Quixote, colocando como tema central o romance de Kitri e Basílio. Já a música ficou a encargo de Leon Minkus, surgindo apoteótica e ao mesmo tempo sutil em alguns momentos, no entanto, seu trabalho sempre foi criticado, por não conter a beleza e profundidade características da música espanhola, por outro lado, não resta dúvida que foi determinante para  o completo sucesso e popularização deste ballet.
    O ballet foi dividido em quatro atos e cinco cenas, sendo inseridas variações de alta exigibilidade técnica e expressiva, capazes de não apenas prender a atenção do público, mas de deixá-lo extasiado, exemplo disso é o grand pas de deux do quarto ato que, por seu virtuosismo, ganhou vida própria, sendo apresentado separadamente sem prejuízo algum.
    Baseado no trabalho de Petipa diversas outras aclamadas versões foram produzidas, com algumas variações, que são naturais, de acordo com seu autor
    Inúmeras foram as tentativas de adaptar a obra literária “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, para o ballet, no entanto a primeira a prosperar, obtendo estrondoso sucesso foi a de Marius Petipa, para o ballet Bolshoi, em 1869
    A adaptação de Petipa foi revestida de irreverência, sem grandes preocupações em seguir à risca a obra literária, tomando-a apenas como base para o desenvolvimento de um entusiástico e virtuoso ballet com tema espanhol
    Petipa foi responsável pela coreografia e ainda, pelo libreto do ballet Dom Quixote, colocando como tema central o romance de Kitri e Basílio. Já a música ficou a encargo de Leon Minkus, surgindo apoteótica e ao mesmo tempo sutil em alguns momentos, no entanto, seu trabalho sempre foi criticado, por não conter a beleza e profundidade características da música espanhola, por outro lado, não resta dúvida que foi determinante para  o completo sucesso e popularização deste ballet.
    O ballet foi dividido em quatro atos e cinco cenas, sendo inseridas variações de alta exigibilidade técnica e expressiva, capazes de não apenas prender a atenção do público, mas de deixá-lo extasiado, exemplo disso é o grand pas de deux do quarto ato que, por seu virtuosismo, ganhou vida própria, sendo apresentado separadamente sem prejuízo algum.
    Baseado no trabalho de Petipa diversas outras aclamadas versões foram produzidas, com algumas variações, que são naturais, de acordo com seu autor.
Libreto:
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
 
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
 

Moda na pontas dos pés



  O famoso coque Banana poderá ser feito por voce !!! Agora temos passo a passo como fazer essse coque maravilhoso!!!!




Você vai precisar de:
  • 2 elásticos de cabelo
  • Escova 
  • Pente fino
  • Gel 
  • Spray fixador
  • Grampos
  • Redinha transparente

Passo a Passo
  1. Primeiro, com o cabelo umedecido e desembaraçado, faça um rabo de cavalo normal, bem puxado; pode ser médio (no meio da cabeça) ou alto (na diagonal das orelhas). Passe gel na medida suficiente para todo o cabelo. De preferência, esconda o elástico com uma pequena mecha de cabelos em volta dele; prenda com um grampo (como nessa foto).Passe a ponta da trança por trás, levando
    em direção ao início do rabo de cavalo. A
    impressão que dá é que ela está embutida
  2. Depois, faça uma trança normal e prenda com o outro elástico na ponta.
  3. Pegue a ponta da trança e leve em direção ao elástico do rabo de cavalo, passando por dentro, como se quisesse embutir o cabelo.
  4. Prenda bem a parte da trança que está por dentro, com bastante grampo. 
  5. Achate bem o coque e coloque a redinha transparente
  6. Finalize com o spray.

Mayara e Mayane Magri - no festival de joinvilhe

Neste video Mayara Magri da uma pequena entrevista falando sobre sua carreira!!!! E sua irma Mayane Magri conta como vai ser depois de joinvilhe!!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Grand pas deux Corsarie


Grand pas deux diana e acteon


Grand pas deux paysant


grand pas deux passo azul


Grand pas deux esmeralda


Grand pas deux halequinade


Grand pas deux Dom quixote


Grand Pas deux La fille mal Gárdee


Grand Pas deux Paquita


Grand pas deux Chamas de Paris


bailarinas famosas

Bailarinas Famosas – Irina Baronova1 Comment »
maio 18th, 2010
Irina Baronova Irina Baronova foi uma das três famosas “Baby Bailarinas”, junto com Tatiana Riabouchinska e Tamara Toumanova. Ela nasceu em Petrogrado, em 1919 e se mudou para Paris durante a infância. Lá, ela estudou com Olga Preobrajenska e fez sua estréia com a Ópera de Paris em 1930. George Balanchine observou Irina enquanto [...]
Filed under: Bailarinas Famosas

Bailarinas Famosas – Maria Alexandrova

3 Comments »
abril 8th, 2010
Maria Alexandrova Maria Alexandrova nasceu em Moscou em 1978. Em 1997, ela se formou na Escola Acadêmica de Coreografia de Moscou (classe do professor S. Golovkina) e no mesmo ano ingressou no Ballet Bolshoi, Cia onde trabalhou com o famoso Semyonova Marina e Tatiana Golikova. Maria Alexandrova é distinguido por suas linhas bonitas, artísticas e [...]
Filed under: Bailarinas Famosas


Bailarinas Famosas – Eleonora Abbagnato

No Comments »
abril 8th, 2010
Eleonora Abbagnato Eleonora Abbagnato iniciou sua formação em dança em 1990, na l’Académie Princesse Grace, em Mônaco e, em seguida, no Centro de Rosella Hightower, em Cannes. Em 1992, ela entrou de l’École de danse de l’Opéra. Ela entrou para o nascimento do Corpo de baile, em 1996, tornou-se em 2001 bailarina solista. Veja [...]
Filed under: Bailarinas Famosas

quinta-feira, 28 de julho de 2011

História do Ballet


Dicas de Dança – A História do Ballet

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outubro 13th, 2010
A História do Ballet Ballet é um estilo de dança com as suas origens na corte francesa, desenvolvida na França e na Rússia como uma forma de dança de concerto. É uma forma altamente técnica da dança com o seu próprio vocabulário. É utilizada principalmente com o acompanhamento de música clássica. Foi influente como uma [...]

Dicas de Ballet – História do American Ballet Theatre

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maio 19th, 2010
American Ballet Theatre American Ballet Theatre é uma companhia de balé, mas o núcleo teve início em 1927. Para compreender o seu crescimento a gente volta para conhecer um pouco de Mikhail Mordkin. Mordkin nasceu em Moscou 1881. Juntou-se ao Ballet Bolshoi imediatamente após a formatura da escola. Mordkin deixou de participar na temporada de [...]
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História do Ballet – Referências Importantes para a Dança Clássica

13 Comments »
junho 4th, 2009
Referências Importantes Para a Dança Clássica *Pierre Beauchamps (1639 – 1705) – Bailarino e mestre de ballet, formulou as 5 posições básicas da dança clássica. *Louis Dupré (1697 – 1774) – Bailarino francês. *Marie Sallé (1705 – 1756) – Celebrizou-se por sua inteligência. Introduziu naturalidade e sobriedade na endumentária. *Maria Camargo (1710 – 1770) – [...]
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História do Ballet – Petipa e o Ballet Russo

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maio 6th, 2009
Marius Petipa ainda estava atuando como bailarino em St. Petersburg Ballet em 1862, quando criou o seu primeiro ballet para o czar da imperial teatro, O Pharoh’s Daughter, uma incrível fantasia que incluía tais acontecimentos como múmias egípcias e serpentes venenosas, como um filme de Indiana Jones. Petipa em 1869 assumiu o cargo de mestre [...]
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História do Ballet – O começo de Nureyev e o Ballet Kirov

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maio 6th, 2009
Em 1961 o mundo mudou o foco para Rudolf Nureyev. Depois de iniciar tarde no Ballet Academy em Leninegrado, Nureyev se apaixonou completamente pelo ballet. Durante a década de 1930, em Leninegrado uma bailarina da antiga Imperial Ballet, Agrippina Vaganova, começou a fazer a sua fama. Foi em 1935 que o balé se tornou o [...]
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História do Ballet – O Ballet na América: Balanchine

4 Comments »
maio 6th, 2009
Graças a George Balanchine, o ballet veio para a América. Richard Pleasant, (1906-1961), se uniu  com Lucia Chase, (1897-1986), para formar o Ballet Theatre. Esta Cia existe até hoje e é conhecida como uma das mais prestigiadas do continente, o American Ballet Theatre. Antony Tudor, um bailarino e coreógrafo Inglês chegou em Nova York e [...]
Filed under: História do Ballet

curiosidade rapida !*!!

você sabia que a variação  Cupido e Dulcineia fazem parte do repertório Dom  Quixote!

Prix de Lausanne 2011

Bailarina: Mayara Magri
 DAY : 1




DAY: 2






DAY: 3


DAY: 4




DAY: 5




DAY: 6






quinta-feira, 21 de julho de 2011

entrevistando...


A voz suave logo denuncia quem está do outro lado da linha: uma artista, ou melhor, uma das maiores intérpretes do balé no Brasil e no mundo. Cecília Kerche é primeira bailarina do Theatro Municipal. É também Embaixatriz da Dança, título concedido pela UNESCO graças às suas apresentações mundo afora. No meio artístico, é considerada como uma das melhores intérpretes de Odette/Odile de “O lago dos Cisnes”, balé que emociona mesmo passados 130 anos da sua primeira versão. A bailarina é protagonista de uma carreira de reconhecimento internacional na qual musicalidade, plasticidade, sensibilidade e emoção desenham uma trajetória de sucesso. Paulista radicada no Rio de Janeiro, teve como orientadores professores do porte de Vera Mayer, Halina Bienarcka e o maestro de balé Pedro Kraszcuzuk. Confira nessa entrevista o que Cecília espera para os próximos 100 anos do Theatro Municipal e saiba em quais balés do século XX ela ainda deseja dançar. 

Mundo Da Danca (MD) - O Theatro Municipal está completando 100 anos. Como é ser a primeira bailarina do Municipal?

Cecília Kerche –
 É uma experiência fantástica porque para se tornar bailarina profissional são necessários pelo menos oito anos árduos de estudo. E ter essa sorte de ingressar no Municipal então... Lá você ingressa por audição. E em três anos eu conquistei o patamar de primeira bailarina. É enriquecedor trabalhar na profissão que estudei, me dediquei.

(MD)– Houve alguma apresentação no Theatro que foi muito marcante?

Cecília Kerche -
 Todas são super importantes, mas eu vou citar um momento, em 2007, em que o ex-diretor Marcelo Misailidis me prestou uma homenagem depois de dançar “O lago dos Cisnes”. Em cena aberta, ele disse que eu fui a melhor intérprete do cisne na história do Theatro. Foi emocionante.

(MD) - Você foi eleita pela UNESCO a Embaixatriz da Dança, é considerada uma das melhores intérpretes do Cisne, recolhe aplausos onde quer que se apresente... Como lida com isso tudo?

Cecília Kerche –
 Eu vejo como uma grande responsabilidade. Tudo isso é o que deixarei para as próximas gerações, para a tradição do Theatro Municipal. É a minha forma de contribuir para essa arte que me dediquei desde criança. 

(MD) - Existe algum lugar ou papel que você gostaria de ter dançado e ainda não realizou esse sonho?

Cecília Kerche –
 A bailarina é sempre inquieta, quer se apresentar em todos os lugares. Mas não importa mais o aonde e sim os balés a serem apresentados. Eu gostaria de me apresentar nos balés do século XX, como Manon e Dama das Camélias. [A bailarina refere-se à obra de Kenneth MacMillan, com música de Jules Massenet, de 1974, cuja personagem principal é uma "femme fatale"].

Cecília interpretando "O Lago dos Cisnes"

(MD) - A arte erudita amedronta a população?

Cecília Kerche –
 Não, pelo contrário. O público adora. É uma questão de sonho, magia. Especialmente quando a gente sobe no palco e encarna personagens como Odette e Odile (O Lago dos Cisnes), que são meio mulher meio cisne, ou então quando subo para fazer Giselle, que é uma camponesa e depois se transforma em espírito. O público acha isso mágico. A pessoa de carne e osso num momento de magia. O público adora arte erudita.

(MD) – O balé pode ser um instrumento de educação para as crianças?

Cecília Kerche –
 Sem dúvida. Se as crianças não vão fazer parte dessa cultura como artista, elas podem adquirir conhecimento não só do que é belo, mas também das músicas, da história das apresentações. Essa bagagem vai fazer parte da vida dela.

(MD) - O que você vê de diferente hoje no Municipal em relação a quando começou a dançar profissionalmente? 

Cecília Kerche –
 Acima de tudo tínhamos mais espetáculos, o repertório era mais rico. A gente vivia em cena. Agora é muito esporádico. Acho que o nosso teatro é a “jóia da coroa” do país. O Municipal é o teatro mais importante, o único que abriga os três corpos estáveis - orquestra, coro e técnica. 

Acho que a semelhança com a Ópera de Paris deveria ser aproveitada para fazer o Municipal funcionar como a Ópera funciona na Franca. Se é bom para o francês por que não seria para o brasileiro? Temos todos os instrumentos como os deles, os corpos artísticos, pessoas competentes...

(MD) – O que você diria às meninas que estão se dedicando para se tornarem belas bailarinas como você?

Cecília Kerche –
 Conselho é uma coisa complicada. Mas há 10 anos eu li algo, que não sei de quem é, e tomei isso para mim. Existem dois grupos: o primeiro é composto por aqueles que só querem colher os louros do trabalho. E o segundo é composto por pessoas que trabalham para colher os louros. Eu decidi ficar no segundo grupo porque tem menos concorrência (risos). É bom que os jovens bailarinos fiquem no segundo.