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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Isadora Duncan

A bailarina Isadora Duncan (1878-1927) nasceu em San Francisco e teve uma infância atípica para a época. Abandonados pelo pai muito cedo ela, a irmã e os dois irmãos freqüentavam aulas de literatura, poesia, música e artes plásticas.
A partir dos 4 anos, freqüentou um curso de ballet clássico e aos 11 dava aulas de sua técnica muito pessoal. Isadora achava que as técnicas clássicas e as sapatilhas de ponta deformavam o corpo feminino.
A carreira deslancha.

Seu estilo de dançar era baseado na improvisação de movimentos, na natureza e nas manifestações culturais da Grécia Antiga. Duncan trabalhou em Chicago no final do século 19, contratada por Augustin Daly, o maior empresário teatral da época.
Excursionando com a companhia, chegou a Londres onde dançava em reuniões organizadas por damas da alta sociedade que a levaram para Paris onde, finalmente, encontrou a aceitação que tanto buscava para seu talento. A chegada de Isadora à França foi pontuada por apresentações em locais públicos e em sessões especiais para seus ricos e ilustres admiradores (entre eles o escultor Auguste Rodin).
Frutos do amor.

Seu espírito livre não acreditava em casamentos formais. Mas, ao encontrar o produtor teatral Gordon Graig, viveu durante algum tempo uma relação tumultuada, de onde nasceu a menina Deidre.
Com Paris Singer, um dos herdeiros do império das máquinas de costura, teve Patrick.
Tragédia no Sena.

Em 1913, uma tragédia alterou profundamente sua forma de ver a vida. Deidre e Patrick morreram afogados num acidente automobilístico no Rio Sena, juntamente com a sua babá irlandesa.
Um ano depois deu à luz um terceiro bebê do sexo masculino (que ela julgava ser a reencarnação de Patrick) e que morreu horas após o parto. Após perder sucessivamente os 3 filhos, quase oito anos de afastamento completo se passaram.
Isadora reapareceu para o público em 1922, casada com o poeta gay russo Serguei Yesenin, 17 anos mais novo.
Mudou-se para a Rússia por convite do Comissariado da Educação que lhe destinou uma casa de dois andares, onde cerca de mil crianças estavam matriculadas. Em 1921, fundou a Escola Soviética de Dança, em Moscou.
Desde o início da carreira, Isadora sonhava investir seus ganhos na educação de jovens, aperfeiçaoando novos talentos.
“The Isadorables”.

A primeira escola, em Grunewald (Alemanha), dirigida por sua irmã Elizabeth, selecionava meninas pobres e cuidava de suas necessidades materiais e físicas, juntamente com ensino acadêmico tradicional.
Estas meninas eram conhecidas como “Les Isadorables” ou “The Isadorables”, um criativo jogo de palavras.
Abalada com a sucessão de perdas afetivas que sempre se seguiam aos ganhos materiais e artísticos, Duncan começou a beber descontroladamente e a ter vida sexual bastante movimentada.
Casos com Mercedes Acosta e Eleonora Duse, entre outras, colaboraram para a reputação de Isadora tornar-se ainda mais extravagante, imprevisível e escandalosa para os parâmetros da época.
Aclamada como o espírito vivo da dança e discriminada pela postura transgressora, feminista, revolucionária, inspiradora de poetas e artistas é até hoje um ícone de sua época.

Os últimos anos de Isadora Duncan foram vividos em Nice, na Riviera Francesa.
Em 27 de maio de 1927, quando atravessava mais uma fase de decadência, morreu da mesma forma espetacular como viveu – estrangulada pelo écharpe que se prendeu às rodas do carro esporte sem capota em que viajava. Desde a morte de Deidre e Patrick se recusava a entrar em carros fechados.
Frases e Pensamentos:
“Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar… Tu amas, sofres e sentes. Dança!”
“Assim como o nu é a coisa mais sublime em toda a arte, deve ser mais sublime na dança, porque dançar é o ritual religioso da beleza física.”

A bailarina Isadora Duncan (1878-1927) nasceu em San Francisco e teve uma infância atípica para a época. Abandonados pelo pai muito cedo ela, a irmã e os dois irmãos freqüentavam aulas de literatura, poesia, música e artes plásticas.
A partir dos 4 anos, freqüentou um curso de ballet clássico e aos 11 dava aulas de sua técnica muito pessoal. Isadora achava que as técnicas clássicas e as sapatilhas de ponta deformavam o corpo feminino.
A carreira deslancha.

Seu estilo de dançar era baseado na improvisação de movimentos, na natureza e nas manifestações culturais da Grécia Antiga. Duncan trabalhou em Chicago no final do século 19, contratada por Augustin Daly, o maior empresário teatral da época.
Excursionando com a companhia, chegou a Londres onde dançava em reuniões organizadas por damas da alta sociedade que a levaram para Paris onde, finalmente, encontrou a aceitação que tanto buscava para seu talento. A chegada de Isadora à França foi pontuada por apresentações em locais públicos e em sessões especiais para seus ricos e ilustres admiradores (entre eles o escultor Auguste Rodin).
Frutos do amor.

Seu espírito livre não acreditava em casamentos formais. Mas, ao encontrar o produtor teatral Gordon Graig, viveu durante algum tempo uma relação tumultuada, de onde nasceu a menina Deidre.
Com Paris Singer, um dos herdeiros do império das máquinas de costura, teve Patrick.
Tragédia no Sena.

Em 1913, uma tragédia alterou profundamente sua forma de ver a vida. Deidre e Patrick morreram afogados num acidente automobilístico no Rio Sena, juntamente com a sua babá irlandesa.
Um ano depois deu à luz um terceiro bebê do sexo masculino (que ela julgava ser a reencarnação de Patrick) e que morreu horas após o parto. Após perder sucessivamente os 3 filhos, quase oito anos de afastamento completo se passaram.
Isadora reapareceu para o público em 1922, casada com o poeta gay russo Serguei Yesenin, 17 anos mais novo.
Mudou-se para a Rússia por convite do Comissariado da Educação que lhe destinou uma casa de dois andares, onde cerca de mil crianças estavam matriculadas. Em 1921, fundou a Escola Soviética de Dança, em Moscou.
Desde o início da carreira, Isadora sonhava investir seus ganhos na educação de jovens, aperfeiçaoando novos talentos.
“The Isadorables”.

A primeira escola, em Grunewald (Alemanha), dirigida por sua irmã Elizabeth, selecionava meninas pobres e cuidava de suas necessidades materiais e físicas, juntamente com ensino acadêmico tradicional.
Estas meninas eram conhecidas como “Les Isadorables” ou “The Isadorables”, um criativo jogo de palavras.
Abalada com a sucessão de perdas afetivas que sempre se seguiam aos ganhos materiais e artísticos, Duncan começou a beber descontroladamente e a ter vida sexual bastante movimentada.
Casos com Mercedes Acosta e Eleonora Duse, entre outras, colaboraram para a reputação de Isadora tornar-se ainda mais extravagante, imprevisível e escandalosa para os parâmetros da época.
Aclamada como o espírito vivo da dança e discriminada pela postura transgressora, feminista, revolucionária, inspiradora de poetas e artistas é até hoje um ícone de sua época.

Os últimos anos de Isadora Duncan foram vividos em Nice, na Riviera Francesa.
Em 27 de maio de 1927, quando atravessava mais uma fase de decadência, morreu da mesma forma espetacular como viveu – estrangulada pelo écharpe que se prendeu às rodas do carro esporte sem capota em que viajava. Desde a morte de Deidre e Patrick se recusava a entrar em carros fechados.
Frases e Pensamentos:
“Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar… Tu amas, sofres e sentes. Dança!”
“Assim como o nu é a coisa mais sublime em toda a arte, deve ser mais sublime na dança, porque dançar é o ritual religioso da beleza física.”



A bailarina Isadora Duncan (1878-1927) nasceu em San Francisco e teve uma infância atípica para a época. Abandonados pelo pai muito cedo ela, a irmã e os dois irmãos freqüentavam aulas de literatura, poesia, música e artes plásticas.
A partir dos 4 anos, freqüentou um curso de ballet clássico e aos 11 dava aulas de sua técnica muito pessoal. Isadora achava que as técnicas clássicas e as sapatilhas de ponta deformavam o corpo feminino.
A carreira deslancha.

Seu estilo de dançar era baseado na improvisação de movimentos, na natureza e nas manifestações culturais da Grécia Antiga. Duncan trabalhou em Chicago no final do século 19, contratada por Augustin Daly, o maior empresário teatral da época.
Excursionando com a companhia, chegou a Londres onde dançava em reuniões organizadas por damas da alta sociedade que a levaram para Paris onde, finalmente, encontrou a aceitação que tanto buscava para seu talento. A chegada de Isadora à França foi pontuada por apresentações em locais públicos e em sessões especiais para seus ricos e ilustres admiradores (entre eles o escultor Auguste Rodin).
Frutos do amor.

Seu espírito livre não acreditava em casamentos formais. Mas, ao encontrar o produtor teatral Gordon Graig, viveu durante algum tempo uma relação tumultuada, de onde nasceu a menina Deidre.
Com Paris Singer, um dos herdeiros do império das máquinas de costura, teve Patrick.
Tragédia no Sena.

Em 1913, uma tragédia alterou profundamente sua forma de ver a vida. Deidre e Patrick morreram afogados num acidente automobilístico no Rio Sena, juntamente com a sua babá irlandesa.
Um ano depois deu à luz um terceiro bebê do sexo masculino (que ela julgava ser a reencarnação de Patrick) e que morreu horas após o parto. Após perder sucessivamente os 3 filhos, quase oito anos de afastamento completo se passaram.
Isadora reapareceu para o público em 1922, casada com o poeta gay russo Serguei Yesenin, 17 anos mais novo.
Mudou-se para a Rússia por convite do Comissariado da Educação que lhe destinou uma casa de dois andares, onde cerca de mil crianças estavam matriculadas. Em 1921, fundou a Escola Soviética de Dança, em Moscou.
Desde o início da carreira, Isadora sonhava investir seus ganhos na educação de jovens, aperfeiçaoando novos talentos.
“The Isadorables”.

A primeira escola, em Grunewald (Alemanha), dirigida por sua irmã Elizabeth, selecionava meninas pobres e cuidava de suas necessidades materiais e físicas, juntamente com ensino acadêmico tradicional.
Estas meninas eram conhecidas como “Les Isadorables” ou “The Isadorables”, um criativo jogo de palavras.
Abalada com a sucessão de perdas afetivas que sempre se seguiam aos ganhos materiais e artísticos, Duncan começou a beber descontroladamente e a ter vida sexual bastante movimentada.
Casos com Mercedes Acosta e Eleonora Duse, entre outras, colaboraram para a reputação de Isadora tornar-se ainda mais extravagante, imprevisível e escandalosa para os parâmetros da época.
Aclamada como o espírito vivo da dança e discriminada pela postura transgressora, feminista, revolucionária, inspiradora de poetas e artistas é até hoje um ícone de sua época.

Os últimos anos de Isadora Duncan foram vividos em Nice, na Riviera Francesa.
Em 27 de maio de 1927, quando atravessava mais uma fase de decadência, morreu da mesma forma espetacular como viveu – estrangulada pelo écharpe que se prendeu às rodas do carro esporte sem capota em que viajava. Desde a morte de Deidre e Patrick se recusava a entrar em carros fechados.
Frases e Pensamentos:
“Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar… Tu amas, sofres e sentes. Dança!”
“Assim como o nu é a coisa mais sublime em toda a arte, deve ser mais sublime na dança, porque dançar é o ritual religioso da beleza física.”

Aula basica !!


ADÁGIO – Derivado do italiano – lentamente
Significa:
a) qualquer dança ou combinação de passos feitos para a música lenta;
b) série de exercícios efetuados durante a aula com o fito de desenvolver a graça, o equilíbrio e o senso de harmonia e beleza das linhas;
c) parte dos pas de deux clássicos dançados pela bailarina e seu partner. Chamado pelos franceses de Adage.

ALLEGRO – Palavra italiana derivada do latim Alecer (vivaz).
Significa:
a) qualquer dança ou combinação de passos feita para uma música de tempo rápido ou moderado;
b) parte da aula que segue o Adágio;
c) todos os passos rápidos, como saltos, bateria etc., em balé, são parte do Allegro.

APLOMB – Lit. – Aprumo. Dá-se o nome de Aplomb à elegância e ao controle perfeito do corpo e dos pés, conseguido pelo bailarino ao executar o movimento.
ARABESQUE – Lit. – Arabesco. Palavra originária do árabe significando ornamento.
Posição na qual o peso do corpo é sustentado numa só perna, enquanto a outra encontra-se esticada para trás, geralmente no ar e com os braços dispostos de maneira harmoniosa.
Esta posição apresenta variações tais como:
1.. o pé que sustenta o corpo pode estar totalmente apoiado no chão, na meia ponta, ou na ponta;
2.. a perna que sustenta a pose pode estar ou não flexionada;
3.. a posição do corpo pode estar alongada (allongée), ou inclinada (penchée);
4.. também os braços sofrem alterações, sendo eles que determinam as qualificações dos arabesques.

B
BALANCÉ- ou Pas de Valse – Balanceado. É um passo balanceado em ritmo de valsa. O bailarino dá um passo ao lado com uma perna, trazendo a outra para trás desta, com o joelho meio dobrado e a meia ponta no chão; em seguida, transfere o peso do corpo para a perna de trás e logo em seguida para a da frente, sem mudar a posição de ambas.
Pode ser feito também cruzando-se a perna em frente ou dando-se o passo para frente ou para trás, em vez de ao lado.
BALLET – Balé. Derivado do italiano ballare (bailar). É um conjunto de passos de dança executados em solo ou em grupo. Balé reúne, na sua maìorìa, várìas artes, tais como música, pintura (cenários e fìgurinos), arte dramátíca (mímica e interpretaçáo), com a dança na sua forma clássìca ou moderna.
BASQUE, PAS DE- Passo de basco. Passo cujo nome indica sua origem. Foi introduzido no balé clássico por Maria Camargo (1 710-1770). Pode ser glissé (deslizado) ou sauté (saltado), en avant (para a frente), ou en arrière (para trás).
BATTEMENT – Batida, pancada. Termo genérico designando certos exercícios e movimentos da perna e do pé, executados sob a forma de batidas. Basicamente, em balé, o termo battement significa a extensão total ou parcial da perna e do pé e seu retorno à posição inicial.
BATTU – Batido, golpeado. Este termo, ainda que relacionado a qualquer passo, mantém-se inalterado, significando apenas que o bailarino bate as pernas durante a sua execução. Por exemplo, um assemblée battue é um assemblée comum, porém com uma batida das pernas no ar.
BOURRÉE, PAS DE – Bourrée é o nome de uma dança folclórica das províncias de Auvergne e Berri. Sua conexão com os pas de bourrée do balé clássico é obscura, tendo sido introduzido com certa estilização, por alguns coreógrafos contemporâneos. É um passo de locomoção em geral com três movimentos das pernas, feitos em qualquer direção.
C

CHAT, PAS DE – Passo de gato. Passo em que o bailarino, começando de 5a posição, levanta a perna de trás num retiré, estando em demi-plié na perna de sustentação, pula lateralmente sobre a perna levantada, ao mesmo tempo em que levanta a outra em retiré e fecha 5a no demi-plié. O pas de chat das escola italiana é feito com as duas pernas dobradas no ar ao mesmo tempo.
CONTRETEMPS – Contratempo. Passo composto de um coupé chassé, temps levé, chassé passé. 5a posição, direita em frente; coupé com a perna esquerda, chassé en avant com a direita, um temps levé sobre a perna direita, com a esquerda atrás em arabesque, e um chassé passé com a esquerda terminando em 4a allongée, com o peso sobre a perna esquerda em demi-plié e a direita atrás em degagé a terre.
COREÓGRAFO – Do grego Khoros (danÇa) e grapho (escrita), designa a pessoa que cria um balé; os passos e danças que, em seqüência, formam um balé. No princípio do século XVIII, este termo significava “anotador de dança”; como em geral era este quem também criava os passos do balé, a palavra passou a cobrir ambas as atividades. Quando desapareceu a arte de escrever os balés, o termo coreógrafo passou a significar apenas “criador de balé”.
COREOGRAFIA – Termo usado no século XVlll para designar a arte de “anotação de danças” e que agora significa “seqüência de passos e movimentos que compõem um balé”.
COTÉ, DE – Ao lado. Não é um passo; este termo, quando adicionado a qualquer passo ou exercício, significa que este deve ser executado ao lado.
CROISÉ – Cruzado. Uma das oito direções do corpo do bailarino em relação ao palco e ao espaço circundante.
CROIX, EN – Em cruz. Fazer qualquer exercício en croix significa executá-lo em frente, ao lado, atrás e de novo ao lado.
D

DANSEUR NOBLE – Bailarino nobre. Nome em geral usado para designar a primeira figura masculina de um balé, o herói romântico, como o tenor numa ópera.
DANSEUR, DANSEUSE – Bailarino, bailarina.
DANSE DE CARACTERE – Dança folclórica ou a caráter.
DEBOULÉS – Rolar. Pequenos tours, em geral feitos em séries, em que o bailarino executa pequenas voltas, transferindo o peso do corpo de uma perna para outra. O mesmo que CHAINÉS.
DEDANS, EN – Para dentro. Indica que: (a) o movimento da perna é feito numa direção circular de trás para frente; (b) uma pirueta é executada girando para o lado da perna de sustentação.
DEGAGÈ- Afastado. Posição em que o bailarino se encontra sobre uma perna, com a outra afastada, ponta esticada, em frente, ao lado ou atrás. 0 degagé pode ser à terre, com a ponta tocando o chão, ou en I’air, com a perna levantada a meia ou grande altura.
DEHORS, EN – Para fora. Indica que: (a) o movimento da perna é feito em direção circular da frente para trás; (b) uma pirueta é executada girando-se para o lado da perna que levanta do chão.
DEMI – Meio, metade. Qualquer posição ou passo efetuado de maneira pequena ou pela metade.
DEMI POINTE – Meia ponta, ou seja, sobre a sola dos dedos dos pés.
DERRIÈRE – Atrás. Qualquer passo, exercício ou posição executados atrás, isto é, com a perna fazendo o movimento atrás da outra ou então fechando atrás.
DESSOUS – Embaixo. Qualquer passo executado com a perna de ação passando atrás da outra.
DESSUS – Em cima. Qualquer passo que quando executado, a perna que comanda a ação passa na frente da outra.
DEUX, PAS DE – Passo de dois (ou passo a dois). Uma dança para duas pessoas. Grand pas de deux, nome dado nos balés clássicos para os pas de deux feitos pela primeira bailarina e pelo primeiro bailarino, destinado a mostrar sua virtuosidade, e em geral consistindo de entrada, adágio, variação para a bailarina, variação para o bailarino, concluindo com uma Coda.
DEVANT – Em frente. Termo relacionado a qualquer passo ou exercício que é executado em frente, isto é, com a perna fazendo o movimento em frente da outra, ou então fechando na frente.
E

ECARTÉ – Separado. Uma posíção do corpo, oblíqua para o público, na qual o braço e a perna estão estendidos no mesmo plano vertical e diagonal como o resto do corpo. As outras posições do corpo são en face, croisé, ouvert (ou effacé).
ELEVATlON – Elevação. A altura dos saltos do bailarino. Termo aplicado a todos os movimentos aéreos, ísto é, feitos no ar, com pequenos ou grandes saltos.
ENCHAINEMENT – Encadeamento. Qualquer combinação de vários passos numa aula é um enchainement.
EN FACE – De frente. Uma das direções do corpo, quando o bailarino está ben de frente para o público.
ENTRECHAT – Termo provavelmente originado do italiano cabriola intrecciata, ou seja, cabriola cruzada. Um salto no ar de 5a posição em que o bailarino , no ar, cruza as pernas uma, duas ou três vezes.
F

FOUETTÉ – Do termo francês fouetté (chicote). Devido à grande diversidade dos vários passos, tanto da barra, de adágio e de allegro, denominados fouettés, é todo movimento seco (chicoteado) executado pela perna, ou pela perna e corpo, quando este faz um movimento, virando para o lado contrário da perna.
J

JETÉS – Jogados. Passo de allegro. São diferentes tipos de saltos. Pode ser petit jeté, jeté ordinaire, grand jeté, grand jeté en avant, grand jeté en tournant, jeté passé, jetés battement, jetés elancés e, na escola russa, ainda o jeté fermé.
M

MÁITRE-DE-BALLET, MAITRESSE-ÉE-BALLET OU CHEFE DO BALÉ – É o responsável, junto ao coreógrafo, por manter e remontar, quando necessário, a obra, respeitando sua autenticidade, qualidade técnica e artística. O maitre-de-ba!!et também dá aulas à companhia cuidando da unidade de trabalho e estilo que estão sob a sua responsabilidade.
MANÉGE – Picadeiro, indica a forma em que o bailarino executa os tours, quando estes são feitos ao redor do palco, como se circundasse um picadeiro imaginário.
MARCHÉ, PAS – Passo marchado ou andado. Um passo comum, feito com o pé esticado, colocando-se primeiro no cháo a meia ponta e em seguida o calcanhar.
P

PAS – Passo. Um único movimento de perna, quando no ato de andar ou dançar.
PIROUETTE – Pirueta. Uma volta inteira do corpo executada sobre uma perna (na ponta ou meia ponta), enquanto a outra está dobrada, com o pé em frente ao joelho da perna de sustentação. Quando a volta é feita para o lado da perna que levanta, a pirueta é en dehors; quando a volta é para o lado da perna de sustentação, a pirueta é en dedans.
PLIÉ – Dobrado. Flexão dos joelhos. Primeiro exercício da barra.
PORT DE BRAS – Movimento dos braços.
PROFESSOR (A) – É aquele que ensína em díferentes níveís aos alunos a técnica da dança, desde seus princípios básicos até o nível profissional, dependendo de sua capacidade.
PROMENADE – Passeio, uma volta lenta dada sobre um pé (toda a planta no chão ou na ponta, neste último caso com a ajuda de um bailarino), enquanto a outra perna está numa dada posição (arabesque, por exemplo). Devem-se tomar como eixo os dedos do pé, enquanto o calcanhar vai executando uma volta completa em torno dele (o eixo).
Q

QUATRE, PAS DE – Passo de quatro. Uma dança para quatro pessoas. Numa coreografia pode haver solos até para dez pessoas, homens e mulheres. Depois desta quantidade já é considerado Corpo de Baile.
R

REPETITÉUR (ENSAIADOR)
É o assistente do maitre-de-ballet, ensaia as diversas partes da obra, variações, solos, grupos, corpo de balé e é também professor categorizado.
T

TOUR – Volta. O mesmo que pirueta. Em geral as grandes piruetas são mais comumente chamadas tours. Exemplo, pirueta en attitude ou tour en attitude. Também as que são feitas em séries, como o tour piqué.
TOUR EN L’AIR – Volta no ar. Em geral, passo para o bailarino homem. Saindo de 5a posição (ou qualquer outra, em geral 2a ou 5a) no demi-plìé, o baìlarino dá um salto para cima com as pernas bem juntas ao mesmo tempo em que vira uma ou mais voltas no ar com o corpo.
TOURNANT, EN – Vìrando. Adicional aos passos que podem ser feìtos com uma volta do corpo. Como, por exemplo, o assemblée soutenue, que pode ser sìmples (sem a volta) ou en tournant.
TROIS, PAS DE – Passo de três pessoas. Variação de dança feita por três bailarinos, em geral duas moças e um rapaz.
V

VALSE, PAS DE – Passo de valsa. O mesmo que balancé.

Paloma Herrera

palomaherrera


Born in Buenos Aires, Argentina, she began her training at the age of seven with Olga Ferri and graduated with the highest qualification at the Insti tute of Arts at the COLON THEATRE. At age 14, Paloma was awarded FINALIST DIPLOMA at



Nascida em Buenos Aires, Argentina, Paloma iniciou sua formação com 7 anos de idade com Olga Ferri e formou-se com a mais alta qualificação, o Instituto de Artes, o Teatro Colón. Com 14 anos, Paloma foi adjudicada finalista em diploma na XIV DANçA CONCURSO INTERNACIONAL VARNA, Bulgária, em l990.

Em Janeiro de 1991, tendo apenas 15 anos, ela se mudou para Nova York e continuou na Escola da AME DANçA Rica, onde foi dado o papel principal na Balanchine’s Raymonda Variação anual para a sua WORKSHOP. Após apenas seis meses, ingressou na American Ballet Theatre. Ela foi promovida para Solista dois anos mais tarde. Em l995, 19 anos, ela se tornou a mais jovem Principal Dancer no American Ballet TEATRO história ...

PalomaHerrera

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Campanha Só Bailarinos!!! Apoiam essa ideia !!!

Olá pessoal como todos conhecem o Só Bailarinos vem com o Propósito de divulgar a Arte e Bailarinos Nacionais e Internacionais Talentosos, onde com Êxito tem conseguido Sucesso e boa Repercussão.
Primeiro Lugar agradeço a todos, as mensagens e inúmeros emails diários de agradecimentos e elogios pelo nosso trabalho e com isso venho com o enorme desejo, de está Fundando em BREVE Um ESPAÇO DE DANÇA 
que terá por nome: SÒ BAILARINOS!
Pra isso necessito de recursos financeiros e desde já estamos lançando uma campanha de doação para esse acontecimento...
Se você deseja contribuir em mais um incentivo a divulgação da arte colaborando com um valor simbólico a partir de
R$ 2,00 
fique a vontade para CONTRIBUIÇÃO Nesta Conta .
Banco: CAIXA

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cinderella 2011

oooi gente eu sou a Paloma Araújo e  fiz essa ponstagen para falar sobre a minha ultima apresentaçao de 2011. O espetáculo foi a Cinderela, eu fui a protagonista, foi o meu primeiro repertorio que eu fiz. E muito legal e também muito difícil porque o fato de você ser a principal, acaba tendo muitas cobranças do teu coreografo,mas tudo vale apena !.Também foi meu primeiro Pas deuxs, o que eu posso falar é que pra você fazer um Pas deux muito bonito, você tem que ter uma conexao  com seu parceiro e muita confiança, pra as carregadas saírem boas etc.
No meu caso eu tinha muita segurança com o meu pather e tudo deu certo na apresentaçao.Mas se você fez um Pas deuxs e não deu muito certo o conselho é ensaiar muito muito e muito com o seu parceiro, porque Pas deuxs e uma coisa que tem que ter eixo, consentraçao, confiança equilíbrio tudo isso você pode adquirir em seus ensaios. Meus solos foram legal obvio que teve uns deslize, mas nada que me comprometeu.Bom  eu fiquei muito feliz pelo resultado e espero que em 2012 os resultados sejam melhor ainda!!!! Mas noticias sobre o espetáculo você encontra no blog www.studiodedancapamelaaraujo.blogspot.com
 






essas sao algumas fotos minhas da apresentaçao!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dom quixote

Historico: A mais famosa e duradoura versão deste ballet foi criada pelo coreógrafo Marius Petipa e o compositor Léon Minkus, para o Bolshoi. A estréia ocorreu em 26 de outubro de 1869, tendo como bailarinos principais Wilhelm Vanner (Dom Quixote), Anna Sobeshchanskaya (Kitri), Sergei Sokilov (Basílio), Polina Karpakova (Dulcinéia), Vassily Geltser (Sancho Pança), Leon Espinosa (Harlequin), Dmitri Kuznetsov (Gamache).A mais famosa e duradoura versão deste ballet foi criada pelo coreógrafo Marius Petipa e o compositor Léon Minkus, para o Bolshoi. A estréia ocorreu em 26 de outubro de 1869, tendo como bailarinos principais Wilhelm Vanner (Dom Quixote), Anna Sobeshchanskaya (Kitri), Sergei Sokilov (Basílio), Polina Karpakova (Dulcinéia), Vassily Geltser (Sancho Pança), Leon Espinosa (Harlequin), Dmitri Kuznetsov (Gamache).Inúmeras foram as tentativas de adaptar a obra literária “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, para o ballet, no entanto a primeira a prosperar, obtendo estrondoso sucesso foi a de Marius Petipa, para o ballet Bolshoi, em 1869.
    A adaptação de Petipa foi revestida de irreverência, sem grandes preocupações em seguir à risca a obra literária, tomando-a apenas como base para o desenvolvimento de um entusiástico e virtuoso ballet com tema espanhol.
    Petipa foi responsável pela coreografia e ainda, pelo libreto do ballet Dom Quixote, colocando como tema central o romance de Kitri e Basílio. Já a música ficou a encargo de Leon Minkus, surgindo apoteótica e ao mesmo tempo sutil em alguns momentos, no entanto, seu trabalho sempre foi criticado, por não conter a beleza e profundidade características da música espanhola, por outro lado, não resta dúvida que foi determinante para  o completo sucesso e popularização deste ballet.
    O ballet foi dividido em quatro atos e cinco cenas, sendo inseridas variações de alta exigibilidade técnica e expressiva, capazes de não apenas prender a atenção do público, mas de deixá-lo extasiado, exemplo disso é o grand pas de deux do quarto ato que, por seu virtuosismo, ganhou vida própria, sendo apresentado separadamente sem prejuízo algum.
    Baseado no trabalho de Petipa diversas outras aclamadas versões foram produzidas, com algumas variações, que são naturais, de acordo com seu auto.
    Inúmeras foram as tentativas de adaptar a obra literária “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, para o ballet, no entanto a primeira a prosperar, obtendo estrondoso sucesso foi a de Marius Petipa, para o ballet Bolshoi, em 1869.
    A adaptação de Petipa foi revestida de irreverência, sem grandes preocupações em seguir à risca a obra literária, tomando-a apenas como base para o desenvolvimento de um entusiástico e virtuoso ballet com tema espanhol.
    Petipa foi responsável pela coreografia e ainda, pelo libreto do ballet Dom Quixote, colocando como tema central o romance de Kitri e Basílio. Já a música ficou a encargo de Leon Minkus, surgindo apoteótica e ao mesmo tempo sutil em alguns momentos, no entanto, seu trabalho sempre foi criticado, por não conter a beleza e profundidade características da música espanhola, por outro lado, não resta dúvida que foi determinante para  o completo sucesso e popularização deste ballet.
    O ballet foi dividido em quatro atos e cinco cenas, sendo inseridas variações de alta exigibilidade técnica e expressiva, capazes de não apenas prender a atenção do público, mas de deixá-lo extasiado, exemplo disso é o grand pas de deux do quarto ato que, por seu virtuosismo, ganhou vida própria, sendo apresentado separadamente sem prejuízo algum.
    Baseado no trabalho de Petipa diversas outras aclamadas versões foram produzidas, com algumas variações, que são naturais, de acordo com seu autor
    Inúmeras foram as tentativas de adaptar a obra literária “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, para o ballet, no entanto a primeira a prosperar, obtendo estrondoso sucesso foi a de Marius Petipa, para o ballet Bolshoi, em 1869
    A adaptação de Petipa foi revestida de irreverência, sem grandes preocupações em seguir à risca a obra literária, tomando-a apenas como base para o desenvolvimento de um entusiástico e virtuoso ballet com tema espanhol
    Petipa foi responsável pela coreografia e ainda, pelo libreto do ballet Dom Quixote, colocando como tema central o romance de Kitri e Basílio. Já a música ficou a encargo de Leon Minkus, surgindo apoteótica e ao mesmo tempo sutil em alguns momentos, no entanto, seu trabalho sempre foi criticado, por não conter a beleza e profundidade características da música espanhola, por outro lado, não resta dúvida que foi determinante para  o completo sucesso e popularização deste ballet.
    O ballet foi dividido em quatro atos e cinco cenas, sendo inseridas variações de alta exigibilidade técnica e expressiva, capazes de não apenas prender a atenção do público, mas de deixá-lo extasiado, exemplo disso é o grand pas de deux do quarto ato que, por seu virtuosismo, ganhou vida própria, sendo apresentado separadamente sem prejuízo algum.
    Baseado no trabalho de Petipa diversas outras aclamadas versões foram produzidas, com algumas variações, que são naturais, de acordo com seu autor.
Libreto:
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
 
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
Dom Quixote, um homem extremamente sonhador, acaba de tomar uma decisão, se tornaria um cavaleiro. Conta a seu fiel escudeiro Sancho Pança, convidando-o a se aventurar junto com ele.
Ato I – Uma praçano mercado de Barcelona
Em Barcelona, na praça do mercado, Kitri está sendo forçada por seu pai, Lorenzo, a aceitar os galanteios do rico comerciante Gamache, que pretende casar-se com ela. Porém Kitri ama o barbeiro Basílio.
Um grupo de toureiros, liderados por Espada, chegam à praça, chamando a atenção de todos em uma apresentação, juntamente com Mercedes, a amada de Espada.
Dom Quixote chega à praça em seguida e, ao ver Kitri, transforma-a, em sua imaginação, na bela Dulcinéia, mulher que ele sonhava e havia idealizado. Não aceitando que sua amada Dulcinéia case-se com outro, desafia Gamache para um duelo. A multidão, e o próprio Gamache, não lhe dá importância, sendo expulso da cidade.
Basílio e Kitri, inconformados com a decisão de Lorenzo, fogem para viver seu romance, sendo perseguidos pelo pai e pretenso noivo de Kitri.
Ato II
Cena I – O Acampamento Cigano
Dom Quixote, acampa à beira dos moinhos, encontrando o casal fugitivo e os ciganos. No entanto, vítima de suas fantasias, ataca carroças e moinhos de vento, julgando estar em batalha com gigantes inimigos.
Cena II – O Sonho
Ao final da batalha, exausto, Dom Quixote dorme e sonha com os jardins de Dulcinéia, povoados por seres fantásticos, como as dríades e sua rainha, o cupido, além de Kitri e sua amada Dulcinéia.
Ato III – Na Taverna
Kitri e Basílio vão à taverna, mas acabam sendo encontrados por Lorenzo e Gamache, que insistem no casamento.
Basílio, desesperado ante a perspectiva do casamento de Kitri e Gamanche, finge estar se suicidando, e pede ao pai da moça que lhe satisfaça um último desejo, concedendo-lhe a mão de sua filha em casamento. O pai cede, e para o seu espanto, Basílio se levanta radiante de saúde e felicidade, para abraçar a amada. Todos festejam o noivado.
Ato IV – O Casamento
Para alegria de todos, Kitri e Basílio se casam. É feita uma grande comemoração onde todos dançam, até mesmo Gamache.
 

Moda na pontas dos pés



  O famoso coque Banana poderá ser feito por voce !!! Agora temos passo a passo como fazer essse coque maravilhoso!!!!




Você vai precisar de:
  • 2 elásticos de cabelo
  • Escova 
  • Pente fino
  • Gel 
  • Spray fixador
  • Grampos
  • Redinha transparente

Passo a Passo
  1. Primeiro, com o cabelo umedecido e desembaraçado, faça um rabo de cavalo normal, bem puxado; pode ser médio (no meio da cabeça) ou alto (na diagonal das orelhas). Passe gel na medida suficiente para todo o cabelo. De preferência, esconda o elástico com uma pequena mecha de cabelos em volta dele; prenda com um grampo (como nessa foto).Passe a ponta da trança por trás, levando
    em direção ao início do rabo de cavalo. A
    impressão que dá é que ela está embutida
  2. Depois, faça uma trança normal e prenda com o outro elástico na ponta.
  3. Pegue a ponta da trança e leve em direção ao elástico do rabo de cavalo, passando por dentro, como se quisesse embutir o cabelo.
  4. Prenda bem a parte da trança que está por dentro, com bastante grampo. 
  5. Achate bem o coque e coloque a redinha transparente
  6. Finalize com o spray.

Mayara e Mayane Magri - no festival de joinvilhe

Neste video Mayara Magri da uma pequena entrevista falando sobre sua carreira!!!! E sua irma Mayane Magri conta como vai ser depois de joinvilhe!!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Grand pas deux Corsarie


Grand pas deux diana e acteon


Grand pas deux paysant


grand pas deux passo azul


Grand pas deux esmeralda


Grand pas deux halequinade


Grand pas deux Dom quixote


Grand Pas deux La fille mal Gárdee


Grand Pas deux Paquita